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A vida, os segredos, os mitos - Álvaro Cunhal (A fuga do forte de Peniche)
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60 anos após a fuga de Peniche, há muito a contar sobre Álvaro Cunhal.
Descrição
Conheça uma das figuras mais importantes da História de Portugal dos últimos 60 anos:

  • A fuga de Peniche;
  • A vida na clandestinidade;
  • Os casamentos;
  • A dedicação ao PCP, partido político que militou desde 1931;
  • Contado e escrito por Manuel Catarino.
Álvaro Cunhal é uma das mais marcantes figuras do século XX português. Nisso ombreia com Salazar. Protagoniza no forte de Peniche, em 3 de janeiro de 1960, a mais ousada evasão das cadeias da ditadura. Tem 46 anos. Volta a mergulhar na clandestinidade. Atira-se ao trabalho para controlar o partido – e afasta o rival, Júlio Fogaça, expulsando-o com o argumento de que é homossexual. Apaixona-se por Isaura, 27 anos mais nova, filha de um casal comunista clandestino. Ana, a única filha, nasce no dia de Natal de 1960. Vão os três secretamente para Moscovo – onde, pouco depois, se lhes junta Dorília, a irmã mais nova de Isaura. O coração de Cunhal balança entre as duas irmãs. Fica com Dorília. Cunhal resolve atacar o regime à bomba: aprova a Acção Revolucionária Armada (ARA) – e o partido assalta um banco, no Barreiro, para financiar a luta armada. Regressa a Portugal, após o 25 de Abril, desconfiado das intenções do novo poder. Rodeia-se de seguranças, não se sabe onde vive
e onde dorme, ergue à sua volta um muro opaco que lhe esconde a vida. Constrói o mito de um homem diferente
dos demais.

Sinopse:

Após 11 anos de cadeia – e ainda sem saber quando seria libertado –, Álvaro Cunhal foge do forte Peniche, em 3 de janeiro de 1960. Tem 46 anos. Mergulha de novo no inferno da clandestinidade. Atira-se ao trabalho de reorganizar o partido: corrige os «desvios de direita», afasta o rival Júlio Fogaça, impõe a sua linha. Arruma o PCP segundo a sua orientação. Apaixona-se por Isaura, quase 20 anos mais nova, filha mais velha do casal comunista que trata da casa clandestina para onde vai viver após a fuga. Nasce Ana. Vão os três secretamente para Moscovo. Junta-se-lhes Dorília, irmã de Isaura. O coração de Cunhal balança entre as duas irmãs. Isaura, a mãe da filha, é mandada de Moscovo para a Roménia. Cunhal fica com Dorília. É com ela que regressa a Portugal depois do 25 de Abril. Isaura vem a seguir. As duas irmãs, ambas funcionárias, convivem diariamente na sede do PCP. Já nos anos 80, quando o Mundo aguarda pela desagregação da URSS, o casamento com Dorília desmorona-se. Ela abandona o partido. Ele mantém-se fiel à velha linha. Casa-se com a sua terceira mulher, Fernanda Barroso, que aderira ao partido em 1974. Cunhal viveu sem se afastar um milímetro da ortodoxia comunista e determinado a preservar a sobrevivência do partido em que militou desde 1931 – numa rara capacidade de liderança e resistência que faz dele uma das principais figuras do século XX português.



Mais Info.
Ref.LALVAROCUNHAL2020
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